ACADÊMICOS DE VIGÁRIO GERAL ESCOLHEU SEU SAMBA PARA O CARNAVAL 2018


Salve, salve!

A Escola de Samba Acadêmicos de Vigário Geral promoveu uma noite de gala do samba (30/7), para a escolher o seu hino  no Carnaval 2018. O evento contou com a presença de todos os seguimentos da agremiação e como sempre a Bateria Envenenada do Mestre Dudu deu um show e as apresentações do casal de mestre sala, dos passistas e a exibição de tango ao som da bateria levaram o público ao delírio. Foi uma pequena amostra do que Vigário pode fazer na avenida.

Três sambas buscavam o direito de ser cantado pela escola na Intendente Magalhães, em 2018. Depois de uma grande expectativa, a Presidente Betinha subiu ao palco agradeceu à sua diretoria e a comunidade pelo apoio e parceria e disse: a decisão foi difícil, tínhamos três grandes sambas e escolhemos o melhor para a escola.

Em seguida, o microfone foi passado ao intérprete oficial da escola Marcelo Riva e o belo samba de Carlinhos do Cavaco, Professor Aluísio, Antonio Amaral, Coelho, Paulo Martins, Beto Melodia e Fernando Vasconcelos, com participação de Serginho Sumaré ecoou na quadra. Foi uma explosão de alegria e o inicio de uma festa que só terminará na terça-feira de carnaval no ano que vem.

Até lá, a azul, vermelho e branco de Vigário terá um grande desafio, que será mostrar para o mundo que o Tango dá Samba.

A agremiação de Vigário desfilará no Grupo B e levará para a avenida do samba o enredo “Dos tambores africanos ao bandoneón… Tango: Um sentimento que se dança”, dos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus Vinícius do Val. E pretende convidar toda a plateia a bailar, todos juntos em uma só sintonia, com os ritmistas da Bateria Envenenada do Mestre Eduardo Alvarenga – o popular Mestre Dudu.

 

Conheça o samba 2018 da Vigário Geral: 

Compositores: Carlinhos do Cavaco, Professor Aluísio, Antonio Amaral, Coelho, Paulo Martins, Beto Melodia e Fernando Vasconcelos.
Participação Especial: Serginho Sumaré

A minha raiz é africana…sim senhor
Sou o tango…negra é a minha cor
O meu nome tem origem Ioruba
Pro Deus Xangô homenagear
Nasci da milonga, habanera e candomblé
Tenho uma história carregada de axé
Dos tambores ao bandanéon me transformei
Da valsa e da polca me aproximei
Na beira do cais vivi opressão
Nos cabarés virei sentimento, dança…paixão

No balanço da envenenada…pura emoção
No carnaval, meu bailado é calliente
Com Vigário risco o chão da Intendente

Mas o meu destino mudou
Em Paris me tornei atração
Ressurgi, deixei de ser marginal
Virei símbolo da cultura nacional
Com Gardel em Hollywood fui cantado
Atingi meus anos dourados
O Tango Novo Piazzola criou
Outros ritmos incorporou
De patinho feio a belo cisne admirado
Sou estilo musical consagrado

Hoje o Tango é de bamba…do samba
Tem milongueiro no samba …é bamba
Na avenida “sambailando” sensual
Tirando onda…Sou Vigário Geral

 

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