SALGUEIRO E BEIJA-FLOR SE DESTACAM NA SEGUNDA NOITE DE DESFILES DO GRUPO ESPECIAL DO RIO


Salve, salve!

Confira como foi a segunda noite de desfiles do Grupo Especial do Rio neste Carnaval 2018: 

Unidos da Tijuca

Abrindo a Segunda Noite de desfiles do grupo especial a Unidos da Tijuca homenageou Miguel Falabella em um desfile que deixou a desejar na plástica imposta pela própria escola nos últimos anos.

Dona de uma das melhores evoluções do Carnaval carioca a azul e amarelo do Morro do Borel mostrou mais uma vez a força de seu quesito com ressalva apenas para o espaçamento entre a comissão de frente e o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Com 15 integrantes a comissão de frente dividiu sua apresentação em dois Atos ,no primeiro era realizada uma saudação a essência do teatro na sua formação, uma saudação a essência do teatro na sua formação, e num segundo momento com roupas mais atuais das apresentações teatrais ,no fim da apresentação de dentro do tripé que a comissão de frente trazia saía o Arcanjo Gabriel, que num ato simbólico se voltava para escola e abençoava o restante do desfile.

Seguidos pelo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Alex Marcelino e Jake Peçanha a dupla das recentes formações para o Carnaval 2018 Foi a que melhor se apresentou em termos de sincronia de movimentos com uma apresentação limpa é bem coreografada o casal pode levar boas notas para escola.

O que mais chamou a atenção no desfile foi o padrão de alegoria , abaixo do esperado para o grupo, porém,  todas com ótimo acabamento , em contra partida as fantasia eram divertidas e de fácil leitura , facilitando o entendimento do enredo para o público.

Mesmo com um carnaval correto , a Unidos da Tijuca poderá ficar de fora do sábado das campeãs.

Portela

Em busca do bicampeonato, a Portela foi a segunda escola a pisar na marquês de Sapucaí com um enredo “De repente de lá pra cá, e de repente de cá pra lá”, da campeoníssima carnavalesca Rosa Magalhães.

A escola de Osvaldo Cruz mostrou uma evolução impecável mantendo o mesmo ritmo do início ao fim, e um canto forte em todos os setores.

A águia altaneira teve como pontos fracos na sua passagem as fantasias, que usaram materiais com imensa simplicidade, e alegorias, que tinham pequenas falhas de acabamento, mas nada que tirasse o brilho da Apresentação.

Destaque para o belo samba que ganhou uma interpretação especial a voz de Gilsinho, e para a dança encantadora de  Lucinha nobre e Marlon Lamar, expectativas correspondidas e o casal brilhou na noite de segunda-feira.

União da Ilha do Governador

Terceira agremiação da noite, a União da Ilha do Governador, levou a passarela do samba o enredo “Brasil bom de boca”, do carnavalesco Severo Luzardo. A história da culinária brasileira.

Coloridas, gigantescas e com muita iluminação, as alegorias da tricolor insulana foram o tempero principal do desfile. As fantasias eram de muito bom gosto e com materiais que davam sensação de riqueza, principalmente no setor indígena da escola .

A comissão de frente coordenada por Márcio Moura, trazia uma grande elemento cenográfico. Personagens devoravam um grande leitão que fazia parte de um banquete , e alguns integrantes ficavam com a barriga estudada. Mesmo com uma pitada de irreverência, a apresentação foi morna.

Ponto negativo foi a evolução, devido a coreografia da bateria, a ala de passistas não segurou e seguiu, causando um espaçamento entre as alas.

Em mais um ano mostrando que são um casal promissor, Phelipe Lemos e Dandara Ventapane foram um dos melhores casais da noite, mostrando o resultado de muito ensaio e confiança um na parceria. A roupa do casal em tom Rosa fluorescente, chamava bastante atenção.

A bateria de mestre Ciça , que deu um verdadeiro show de ritmo e levantou as arquibancadas.

A escola pode surpreender e quem sabe beliscar uma vaga no sábado das campeãs.

Acadêmicos do Salgueiro

Uma das mais aguardadas da noite , a acadêmicos do Salgueiro , impactou com um carnaval grandioso e
imponente.

Alegorias suntuosas e fantasias com muito luxo compuseram uma das melhores plásticas do carnaval . A tirar pela falha na parte de trás do abre alas , duas girafas estavam com uma parte quebrada.

A escola passou compacta , comando um lindo tapete na avenida, a comunidade salgueirense cantou a plenos pulmões o Samba, e fez a diferença no lindo desfile da escola da Tijuca.

De Hélio Bejani, a comissão de frente não apresentou um grande impacto , mas tinha uma coreografia bem distribuída e bem ensaiada.

Sidclei e Marcella Alves que formam o primeiro casal, fizeram apresentações corretas, e não erraram a fizeram apresentações corretas, e não erraram a coreografia . A dupla mais uma vez deverá buscar os 40 pontos para coroar o esforço dos treinos intensos ao longo do ano.

A escola está na briga pelo título, o que não acontece desde 2009. Ponto positivo para a bateria de mestre Marcão , e o
charme da rainha de bateria Viviane Araújo, que mais uma vez esbanjou simpatia e samba no pé.

Imperatriz Leopoldinense

Cantando os 200 anos do museu nacional, a Imperatriz Leopoldinense, transformou a Sapucaí em um grande museu a céu aberto.

A Rainha de Ramos apresentou uma razoável conjunto de alegorias e fantasias , com destaque para o luxo do Abre-alas , mas que infelizmente foi prejudicado devido a parte de dentro que tinha a coroa não subir.

Com uma apresentação clássica que lembrava a escola nos anos 90, a comissão de frente emocionou ao trazer Chiquinho e Maria Helena como personagens principais . O lendário casal no final da Apresentação fazia a passagem para o primeiro casal da escola Raphaela Teodoro e Thiaguinho Mendonça. A dupla fez uma apresentação impecável, e por mais um ano em busca da nota máxima.

A escola deixou a desejar no canto dos componentes, e o Samba não empolgou, dando a sensação de um desfile frio, longe das apresentações técnicas que a escola realizou nos carnavais anteriores.

Beija-Flor de Nilópolis

De Nilópolis para o mundo. Beija Flor faz desfile histórico, levanta a Sapucaí e sai aclamada pelo público. A comunidade nilopolitana deu uma aula de evolução e canto no encerramento dos desfiles nessa segunda. O samba apontado pela crítica como um dos melhores do ano foi o mais cantado pelas arquibancadas, e emocionou.

A escola levou uma nova concepção em alegorias e Fantasias, dando uma roupagem jamais vista na escola de Nilópolis. Com menos luxo do que o habitual , a azul e branco apostou em movimentos, carros vazados , teatralização.

Quem também brilhou foi o primeiro casal Selminha e Claudinho, com uma roupa luxuosa , a dupla parecia estar flutuando pela passarela do Samba. Uma apresentação segura e com muita classe pode ser observada ao longo da passagem do casal.

Assinada mais uma por Marcelo Misalidis , a comissão de frente apostou mais uma vez em focar na dança, o grupo levou um pequeno elemento cenográfico, onde um bailarino fazia movimentos suspensos por uma corda . Os demais integrantes tinham cada ,um lobo que deslizava com a ajuda de rodinhas pela avenida. A comissão foi muito aplaudida.

Destaque ainda para Neguinho da beija flor , e para a bateria dos mestres Plínio e Rodney, que foram uns dos responsáveis pelo acontecimento e crescimento do samba enredo.

 

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