Arquivos da Categoria: Ney Júnior

COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 06)

de olho no samba

Enredo: Ótica, marketing ou sonho?

Todo samba é derivado de uma história, muita neydas vezes verdadeiras, em outras nem tanto. As utopias carnavalescas ganham corpo e forma a partir do momento em que os enredos decifram uma espécie de “imaginarium” coletivo.

Mas o que seria isso, esse imaginário coletivo? Uma espécie de modismo?

Mais ou menos. Ler mais

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COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 05)

de olho no samba

Um bom samba facilita a visão plástica do desfile? Mito ou verdade?

Olá galera bonita do Marquês da Folia, boa noite!ney coluna

Hoje conversaremos um pouco sobre dois quesitos fundamentais para o grande sucesso que fazem os desfiles das escolas de samba, o samba enredo e a plástica.

De acordo com alguns pontos que são estudados nas ligas das escolas de samba, o samba enredo precisa estar de acordo com o visual da escola. Todos defendemos essa ideia, até que chega um momento em que nos deparamos com uma questão: Sambas apoteóticos exercem uma função definitiva em um suposto campeonato?

Visitando algumas quadras recentemente, percebi algo muito claro nesse processo: o samba tem uma força que abrilhanta desfiles tecnicamente apagados. Isso se dá por dois fatores, a empolgação do componente e a forma de desfile. Ler mais

COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 04)

de olho no samba

Simples, fácil e prático

 

Todo trabalho merece uma oportunidade justa neypara a sua modernização, e isso também se aplica e muito ao mundo do carnaval. Quando escutamos frases do tipo: “O carnaval tradicional deve permanecer…” ou “Viva o verdadeiro carnaval…” me vem uma pergunta a cabeça: “Será que as mudanças nunca serão bem vistas?”

Após alguns dias com essa indagação nos meus pensamentos, chego a seguinte conclusão: o “moderno” virá, querendo os mais conservadores ou não! Ler mais

COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 03)

de olho no samba

Um pequeno sonhador. Viva João 31!

“A doença me deu mais força. Eu renasci. Você devia experimentar uma isquemia também”

Do Corpo de Baile em que viveu seus mais longos 30 anos, 30nasce no Teatro Municipal uma cabeça pensante em um corpo um tanto quanto, vibrante. João Clemente Jorge Trinta se faz aos longos tempos, a cereja de um bolo que até os anos 70, não era comumente muito confeitado.

O que dizer de um pensamento modernista em épocas de prisões e medos?

Com toda a licença do mundo, chamarei agora somente pelo apelido Trinta. Não só pelos fatos históricos que o cérebro do carnaval nos brindou, mas pelas narrativas e ilusões que inspiraram muitos nomes de sucesso em tempos contemporâneos. Ler mais

COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 02)

de olho no samba

Ferro, madeira e mãos a obra!

 

Galera do samba, tudo bem? Muito bom voltar aqui e escrever ney colunamais um pouco sobre a nossa maior paixão, o samba! E como o samba não poderia morrer, segundo a bela música, criaram a nossa segunda paixão, as escolas de samba. O tempo se passa, os desfiles evoluem em cor e estrutura. Surgem adereços e suportes de ferro para os novos desfilantes. Em carrocerias de caminhões antigos, constroem-se o mais novo arrojado projeto carnavalesco, o carro alegórico. Mas quem diria que um dia as formas poderiam romper limites de tamanho e espaço? Isso a nossa filosofia não explicaria. De muito tempo essas estruturas são moldadas de acordo com os principais fatos de um enredo. O carnavalesco tem por objetivo pontuar um enredo em fases, dentre essas fases, montar setores e dividí-los de acordo com a sua importância.

Tudo muito natural até o surgimento de dois mitos da festa, João Trinta e Maria Augusta. Fazendo uma pequena análise e revendo alguns vídeos, temos a clara noção da evolução alegórica das estruturas. Maria criou e aumentou as alegorias, João pintou e deu vida a elas. Isso não se faz difícil perceber quando definimos as “eras”. A “Era João” nos fez sonhar com o abstrato. João não mostrava o futebol apenas com gramado e bolas, ele nos mostrava como o homem sonhou e criou o esporte, como a humanidade sonha e vive dessa alegria. As alegorias dele eram vivas pelos conceitos empregados ali. Eram vivas pelas formas e maneiras de se pontuar um fato, isso fez dele o maior gênio do carnaval até os dias atuais. Ler mais

COLUNA DO NEY JÚNIOR (Nº 01)

de olho no samba

Olá rapaziada esperta do Marquês da ney colunaFolia!

Muito orgulho me dá em fazer parte dessa família!

Falando em família…

Muito se espera do carnaval 2015, ou não?

Em termos de alegorias e fantasias, afirmo uma excelente expectativa de nossa parte, sambistas. Com a boa fase de nossos enredos na Sapucaí, as escolas de sambas estão apostando alto em enredos autorais e basicamente criativos. Ler mais