UNIÃO DO PARQUE CURICICA

curicica

  • Fundação: 01/03/1993
  • Cores: Azul, Vermelho e Branco
  • Símbolo: Aperto de Mão
  • Quadra: Rua Arauá, nº 385, Curicica
  • Telefone: (21) 2441-2589
  • Internet: http://www.curicica.com.br/
  • Presidente: —
  • Presidente de Honra: João de Jesus
  • Diretor de Carnaval: Jeferson Carlos
  • Carnavalesco: Marcus Ferreira
  • Diretores de Harmonia: Paulo Santos e Wanderson Sodré
  • Intérprete: Ronaldo Yllê
  • Diretor de Bateria: Mestre Léo
  • Rainha de Bateria: Simone Parente
  • Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Matheus e Mara Rosa
  • Coreógrafo da Comissão de Frente: Helder Satiro
  • Horário do Desfile 2016: 1ª escola a desfilar no Sábado, dia 06 de fevereiro de 2016
  • Enredo 2016: “Corações Mamulengos!”

SINOPSE 2016

curicica

“Corações Mamulengos!”

Ei, você, se achegue aqui
Não se acanhe, pode vir
Paramos nessa cidade
Só pra mostrar novidade
Sou artista brasileiro
Me chame mamulengueiro
Um “Mestre” de qualidade

Deus, Tomara que não chova
Que nenhuma nuvem se mova
Pra eu poder levar graça
Pra todo mundo da praça
Nesse teatro do riso
Tem passagens de improviso
Para entreter toda a massa

Trouxe dentro da carroça
Um baú cheio de troça
Que eu já vou revelar
Peço só pra me escutar
Abra a mente e o coração
Agora preste atenção
Que eu vou já vou começar

Mas você tá intrigado:
Não tem ninguém do meu lado
Tô só eu aqui de gente
De carne e osso somente
Porém pode acreditar
Que eu faço multiplicar
Personagens de repente

É que os bonecos têm vida
E se alguém aí duvida
Eu vou agora mostrar
A alma a eles vou dar
Não conto causo capenga
Com a minha mão molenga
Faço até o mundo rodar

Começa o auto primeiro
Mateus, venha cá ligeiro
Para aqui se apresentar
Chega o professor Tiridá
Folgazões fazem pilhéria
Vêm Benedito e Quitéria
Formando um formoso par

Simão, vai tomar um cascudo!
Como é que um boneco miúdo
Tem tamanha ousadia?
João Redondo, quem diria
Pega no pé dos “caboco”
Até o Cassimiro Coco
É no Ceará que se cria

E o segundo auto começa
Mantendo a fiel promessa
De alegrar os presentes
Em lendas maledicentes
Medo me corrói inteiro
Da Cigana do Cajueiro
Correm até os mais valentes!

Entra em cena ferozmente
Um Papa-Figo inclemente
Só pra arrumar presepada
Mas se é pra dar risada
Esqueça o Palhaço dos Coqueirais
Que dizem não conseguir jamais
Fazer rir a garotada

Então o que se há de fazer
Para o povo se comover?
Muita música e dança
Vai começar a festança!
Com a verdade eu não falto
Vamos ao terceiro auto
Porque a noite é uma criança!

O corpo bole faceiro
Com o povo “batuqueiro”
Na bateria “Audaciosa”
Baila a menina mimosa
Meu Boi Bumba no Bumbá
Maracatu chega já
Com a sua corte ruidosa

Vixe! Vem acolá Lampião
Montado em seu alazão
Sai da toca sorrateiro
Neste auto derradeiro
Pra uma batalha final
Contra a injustiça social
Que enche o coronel de dinheiro

Mas meu povo não é fantoche
Para viver de deboche
E ser tão manipulado
Tal qual boneco, coitado
Leva a vida por um fio
Pra vencer tal desafio
Melhor é ser engraçado

Pois vou seguir celebrando
Com a minha arte brincando
Como menino em quermesse
Hoje nada me aborrece
Vou sorrir agradecido
Nesse palco colorido
Todo o mal desaparece

E tá chegando a minha hora
Vou depressa sem demora
Outra cidade alegrar
Um dia eu hei de voltar
Parece que foi tudo um sonho
Com este povo risonho
Quero de novo sonhar

A lágrima que aqui derramo
É por fazer o que eu amo:
Levar comigo alegria
É tamanha a honraria
Fico até emocionado
Vai meu muito obrigado
Em forma de poesia:

Mamulengo, mamulenguei
Um dia vou ser um rei
Não pra acumular vintém
Mas para espalhar o bem
Colecionando paixões
Em mamulengos corações
VEM MAMULENGAR TAMBÉM!!!

Carnavalesco: Marcus Ferreira
Texto: João Gustavo Melo

SAMBA-ENREDO 2016

Compositores: Washington Motta, Pitimbu, Vagner Silva, Alexandre Alegria, Telmo Augusto, Léo do Taberna, Marcelo Valência, Adelson e Márcio André.
Intérprete: Ronaldo Yllê

Quem nunca viu vai ver
Pode se a chegar
Reze pra não chover
Ôxente! O show vai começar!
Ei… Do baú surgiu
Vixe… Tantos olhos coloriu
Das mãos os bonecos ganham vida
Mamulengos, doce ilusão
Salve os mestres do meu sertão

Tem comédia e terror, Cigana do Cajueiro
Papa-Figo Inclemente, que dá susto também

O PALHAÇO NÃO FAZ RIR NINGUÉM

Tem festança, vem pra dança
Maracatu, Bumba-meu-boi
Eita que fole danado
Audaciosa num batuque arretado!
Acolá vem Lampião
Pra vencer o desafio
Desse povo nordestino.. Oi
Que leva a vida por um fio
Estória magia da arte
Brincando por toda parte
Mas já é hora eu vou partir
Alegrar outra cidade!

VEM MEU AMOR, MAMULENGAR
NA CARAVANA CURICICA
DIFÍCIL É NÃO SE EMOCIONAR…
EU VOU PASSAR, MAS A SAUDADE FICA

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